Não gosto que me chames parola. Não gosto do nome. Mas gosto que me chames.
É confuso, tal como é aquilo por que passamos... Parece uma guerra de palavras quando na realidade não o é, nem de perto nem de longe.
Adorava conseguir descrever mas acho honestamente que nem vale a pena. Fica assim. Sem palavra mas com imensa conversa...
E pronto, lá decidi escrever sobre esse nome. Em tua honra, não porque mereças mas porque me desafiaste. E porque gosto dos teus desafios.
E quanto ao significado... Parola quer dizer o quê? Que te dou pica? Que te faço rir? Que te dou cabo da cabeça? A tudo isto, eu respondo que sim. Porque é o que sinto. O que acho. Graça. Pica. E mais qualquer coisa que escuso de escrever... Fica mais uma vez nas nossas palavras...
Parola quer dizer... Miúda mimada e com mau feitio?
Sou loira, falsa, como dizes, mas não consigo lá chegar...
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Ontem foi há um ano...
A casa voltou a estar cheia!
Cheia de sorrisos, de felicidade e de presença.
Ontem alguém me disse: há sempre lugar para mais um.
Nesta casa entrou mais um. Mais um sorriso.
A casa voltou a estar cheia mas não voltou ao que era. Nunca voltará.
E no meu coração, vai sempre haver um vazio.
Faz hoje um ano!
Choro como se tivesse sido ontem. Dói como se acabasse de saber. Como quando soube.
Tenho saudades. Tantas.
Espero por ti todas as noites, quando me deito. Quero encontrar-te nos meus sonhos, ouvir-te rir.
No meu abraço há espaço para mais um mas o teu espaço NUNCA será ocupado.
Tenho saudades...
Cheia de sorrisos, de felicidade e de presença.
Ontem alguém me disse: há sempre lugar para mais um.
Nesta casa entrou mais um. Mais um sorriso.
A casa voltou a estar cheia mas não voltou ao que era. Nunca voltará.
E no meu coração, vai sempre haver um vazio.
Faz hoje um ano!
Choro como se tivesse sido ontem. Dói como se acabasse de saber. Como quando soube.
Tenho saudades. Tantas.
Espero por ti todas as noites, quando me deito. Quero encontrar-te nos meus sonhos, ouvir-te rir.
No meu abraço há espaço para mais um mas o teu espaço NUNCA será ocupado.
Tenho saudades...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
o não Natal
Este ano não há Natal.
Não vou receber o presente que mais quero. Não o posso pedir porque ninguém ma pode trazer de volta.
Este ano, vou ter que disfarçar que está tudo bem e que estou feliz por estar em família.
Nem todos os aquecedores, lareiras ou salamandras do mundo me vão aquecer o coração.
Este ano, o Natal vai ser gelado.
No meu presépio não vai haver anjinho porque o anjinho me foi roubado.
Este Natal não vou ser feliz porque tu não estás.
Este Natal não vai ser Natal.
Tenho saudades...
Não vou receber o presente que mais quero. Não o posso pedir porque ninguém ma pode trazer de volta.
Este ano, vou ter que disfarçar que está tudo bem e que estou feliz por estar em família.
Nem todos os aquecedores, lareiras ou salamandras do mundo me vão aquecer o coração.
Este ano, o Natal vai ser gelado.
No meu presépio não vai haver anjinho porque o anjinho me foi roubado.
Este Natal não vou ser feliz porque tu não estás.
Este Natal não vai ser Natal.
Tenho saudades...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Brilha, brilha
Tenho saudades.
Não passa um dia sem que me lembre do sorriso. Das gargalhadas. Das expressões. Dos amuos e das birras.
Sinto tanta falta dos nossos abraços, de sentir que as bochechas cheiram a cuspo de tantos beijos que lhe dou.
Lembro-me dos passeios de mão dada. Da festa que me vazia quando me via. De acordar com mimos (muito próprios). De ficar ensopada no final de cada banho. De adorar a sua maneira de comer grandes bocados de queijo.
Quero repetir os mergulhos na praia (ao meu colo, com medo das ondas).
Odeio ver o quarto vazio...
O casaco que lhe dei no último Natal continua dobrado. Há um ano. Por estrear.
Quero sentar-me no chão da cozinha e senti-la a trepar por mim acima.
Quero ouvi-la perguntar-me se vou lá a casa.
Tenho o coração partido, desfeito, gelado. Ocupado pois o seu lugar estará sempre.
Caem-me lágrimas. Hoje, ontem, sempre que penso e falo nela.
Custa-me pôr os verbos no passado.
Tenho saudades. Muitas saudades.
Não passa um dia sem que me lembre do sorriso. Das gargalhadas. Das expressões. Dos amuos e das birras.
Sinto tanta falta dos nossos abraços, de sentir que as bochechas cheiram a cuspo de tantos beijos que lhe dou.
Lembro-me dos passeios de mão dada. Da festa que me vazia quando me via. De acordar com mimos (muito próprios). De ficar ensopada no final de cada banho. De adorar a sua maneira de comer grandes bocados de queijo.
Quero repetir os mergulhos na praia (ao meu colo, com medo das ondas).
Odeio ver o quarto vazio...
O casaco que lhe dei no último Natal continua dobrado. Há um ano. Por estrear.
Quero sentar-me no chão da cozinha e senti-la a trepar por mim acima.
Quero ouvi-la perguntar-me se vou lá a casa.
Tenho o coração partido, desfeito, gelado. Ocupado pois o seu lugar estará sempre.
Caem-me lágrimas. Hoje, ontem, sempre que penso e falo nela.
Custa-me pôr os verbos no passado.
Tenho saudades. Muitas saudades.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Desisto!
Hoje apetece-me desistir.
Há dias assim. Eu tenho dias assim.
Normalmente não partilho mas sinto-o.
São dias em que, se pudesse, voltava para dentro da barriga da minha mãe. Ou mudava de planeta. Ou... Transformava-me em pó.
Sem nenhum tipo de pensamento suicida.
Quero apenas desaparecer.
Deixar de ser. Deixar de estar.
Amanhã já me passou...
Há dias assim. Eu tenho dias assim.
Normalmente não partilho mas sinto-o.
São dias em que, se pudesse, voltava para dentro da barriga da minha mãe. Ou mudava de planeta. Ou... Transformava-me em pó.
Sem nenhum tipo de pensamento suicida.
Quero apenas desaparecer.
Deixar de ser. Deixar de estar.
Amanhã já me passou...
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